| É muito comum, entre os malhadores, fazer comparações entre as máximas cargas que são capazes de suportar no supino reto.
Porém, poucos praticantes têm a noção que a posição dos braços e a largura da pegada pode afetar estes números. Isso acontece pela modificação das musculaturas que são primariamente acionadas neste movimento. Em alguns casos, podem ser nocivas à estabilidade e integridade da articulação dos ombros (escápulo-umeral). |
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Os supinos, basicamente, envolvem as musculaturas peitorais (maior e menor), os deltóides (porção anterior) e o tríceps braquial. Ao executarmos os supinos com os cotovelos afastados do corpo e os braços perpendiculares ao tronco na fase inferior do movimento, como é muito comum entre os culturistas, temos grande envolvimento dos peitorais na execução. A largura da pegada, neste caso, é geralmente superior à largura dos ombros e esta é calibrada de tal forma que, no final da fase de descida do peso, os cotovelos formem um ângulo de 90 graus e ultrapassem ligeiramente a linha dos ombros.
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Esta variante é indicada às fases de hipertrofia, na qual utilizamos sobrecargas de média intensidade e 10 a 15 repetições do movimento em cada série. Mas, com este posicionamento, a articulação do ombro estará em posição de alongamento. Caso sejam associados movimentos bruscos, amplitudes e sobrecargas exageradas, poderemos gerar lesões à articulação escápulo-umeral.
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| Quando posicionamos os cotovelos mais próximos ao corpo e os braços em um ângulo de aproximadamente 45 graus na fase inferior do movimento, teremos maior capacidade de força por utilizarmos uma alavanca mais eficiente no movimento e por envolvermos as três musculaturas primárias em sua execução.
Esta técnica é utilizada pelos levantadores básicos e produz menor sobrecarga à articulação dos ombros, o que a torna aconselhada a séries de baixas repetições e alta intensidade características do treinamento de força máxima. |
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