Esta é uma substância que tem ocorrência natural no corpo humano, sendo a principal fonte de energia do músculo. Ocorre que o nosso organismo pode armazenar mais creatina do que normalmente consumimos numa dieta normal (produzimos cerca de 2 gramas por dia). Através do saturamento com creatina podemos obter os seguintes efeitos:
Aumento do volume celular e conseqüentemente do músculo;
Melhora da definição muscular (a creatina drena líquido extracelular para dentro da célula);
Aumento da energia armazenada o que pode melhorar a resistência, a força, e diminuir o tempo de recuperação entre os treinos.
Preferencialmente, a administração de cretina deve ser realizada em duas fases, fase de saturação com administração diária entre 15 a 30g de cretina por dia durante o período de 5 a 7 dias em doses fracionadas de 5 gramas cada e fase de manutenção, que irá variar de 5 – 10g a ser administradas por dia. Essa variação dependerá do peso corporal do atleta. A creatina deve ser administrada juntamente com uma solução de glicose ou qualquer outra fonte de carboidrato simples para que a sua absorção seja otimizada. Dissolver a creatina em água quente também é pratica comum.
Uma dose diária de 5 gramas sem utilizar a fase de saturação parece saturar a célula após um período de 30 dias de utilização contínua.
Como existem muitos estudos em andamento sobre a ação da creatina no corpo humano, é conveniente ficar atento e se manter atualizado, muito embora até o momento não haja nenhuma comprovação científica sobre possíveis danos pelo uso de creatina como: danos ao fígado e rins, alterações da pressão arterial, etc.

